• Ana Carla Santiago

Obesidade: doenças crônicas relacionadas ao problema agravam o quadro de pessoas com Covid-19


Segundo a OMS, a infecção do coronavírus se desenvolve de forma mais rápida quando o paciente é obeso


Doenças crônicas associadas à obesidade agravam o estado de saúde de pacientes com Covid-19. É o que afirmam dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), que concluíram que a maioria dos pacientes com sintomas graves do coronavírus apresentavam problemas como diabetes e hipertensão, por exemplo.


De acordo com a entidade, a infecção se desenvolveu de forma mais rápida para a síndrome do desconforto respiratório agudo, insuficiência respiratória e outras complicações relacionadas. Com essa informação, a preocupação em manter um controle adequado da pressão arterial e dos níveis glicêmicos aumenta, juntando-se os principais cuidados individuais e coletivos para evitar a transmissão do vírus.


Em abril deste ano, o boletim divulgado pelo Ministério da Saúde (MS) sobre a disseminação da Covid-19 no Brasil apontou que grande parte dos óbitos foi de pessoas que apresentavam obesidade, inclusive jovens e adultos. Dentre os 43 casos de pacientes obesos que morreram por causa do coronavírus, 24 tinham menos de 60 anos de idade.


Segundo a OMS, o critério utilizado para avaliar e classificar o estado nutricional de um indivíduo é Índice de Massa Corporal (IMC), estimado entre a relação do peso e da altura. Para descobrir o resultado, basta dividir o peso, em kg, pela altura, em metros quadrados. O excesso de peso é considerado quando o IMC dá igual ou superior a 25kg/m². Já a obesidade, igual ou maior do que 30 kg/m². A doença apresenta três estágios: a obesidade de grau 1, quando o IMC está entre 30 kg/m² e 35 kg/m²; a de grau 2, a partir de 35 kg/m² até 39 kg/m²; e a de grau 3, de 40 kg/m² em diante.


Obesidade no Brasil


De acordo com a Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), do MS, em 2018 a obesidade voltou a crescer no país, principalmente entre adultos de 25 a 34 anos (84,2%) e 35 a 44 anos (81,1%).


Fonte: Ministério da Saúde

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