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  • Cristiane Sales

Imunização: Uma história de avanços e muitas vidas salvas



Hoje comemoramos o DIA NACIONAL DA IMUNIZAÇÃO. No Brasil, e consequentemente, em Pernambuco, as vacinas foram responsáveis pela eliminação e o controle de diversas enfermidades. O fim da Febre Amarela (anos 40) e a erradicação da varíola (anos 70) foram marcos do sucesso desses movimentos.


Em 1973, mesmo ano da Declaração da erradicação da varíola nas Américas, ocorreu a Instituição do Programa Nacional de Imunizações (PNI), abrindo uma nova etapa na história das políticas de Saúde Pública no campo da prevenção, por meio da Portaria MS nº 311. A formalização do PNI e o estabelecimento das normas técnicas relativas ao seu funcionamento se deram em 1975, por meio da Lei nº 6.259, que também estabeleceu o Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica (SNVE). Em 1977 houve a definição do primeiro calendário básico de vacinação, com as vacinas obrigatórias para os menores de um ano (contra tuberculose, poliomielite, sarampo, difteria, tétano e coqueluche), em todo o território nacional, por meio de portaria do ministro da Saúde (Portaria nº 452/1977).


A interrupção da transmissão da poliomielite foi observada nos anos 80 e do sarampo autóctone no ano 2000. Nessa mesma década, o País ficou livre de casos de rubéola. No período consolidou-se também a redução das incidências de coqueluche, difteria, tétano e de algumas meningites bacterianas (Ex. Meningococo C e Haemophilus). Mais recentemente, principalmente após a epidemia mundial do vírus da Influenza A (H1N1), a vacinação contra gripe teve impacto na redução da gravidade dos casos de gripe em idosos e outras populações vulneráveis.


Em 1973, mesmo ano da Declaração da erradicação da varíola nas Américas, ocorreu a Instituição do Programa Nacional de Imunizações (PNI), abrindo uma nova etapa na história das políticas de Saúde Pública no campo da prevenção, por meio da Portaria MS nº 311. A formalização do PNI e o estabelecimento das normas técnicas relativas ao seu funcionamento se deram em 1975, por meio da Lei nº 6.259, que também estabeleceu o Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica (SNVE). Em 1977 houve a definição do primeiro calendário básico de vacinação, com as vacinas obrigatórias para os menores de um ano (contra tuberculose, poliomielite, sarampo, difteria, tétano e coqueluche), em todo o território nacional, por meio de portaria do ministro da Saúde (Portaria nº 452/1977).


A interrupção da transmissão da poliomielite foi observada nos anos 80 e do sarampo autóctone no ano 2000. Nessa mesma década o País ficou livre de casos de rubéola. No período consolidou-se também a redução das incidências de coqueluche, difteria, tétano e de algumas meningites bacterianas (Ex. Meningococo C e Haemophilus). Mais recentemente, principalmente após a epidemia mundial do vírus da Influenza A (H1N1), a vacinação contra gripe teve impacto na redução da gravidade dos casos de gripe em idosos e outras populações vulneráveis.


Hoje, estão disponíveis no SUS, com variações de indicação para diferentes grupos etários (crianças, adolescentes, adultos e/ou idosos) e populações vulneráveis, imunobiológicos contra: BCG (tuberculose), caxumba, coqueluche, difteria, doenças causadas pelo meningococo C (incluindo meningite e meningococcemia ), febre amarela, hepatite A, Hepatite B, HPV (papiloma vírus humano), infecções pelo Streptococos pneumoniae, Infecções por Haemophilus influenzae tipo b, influenza, poliomielite, raiva, rotavirus, sarampo, rubéola, tétano e varicela. Para o futuro a perspectiva da evolução dos projetos das vacinas contra a dengue e o vírus zika trás ânimo aos que trabalham para um controle mais efetivo dessas arboviroses.


A data serve também como um alerta constante para os desafios da saúde pública brasileira e um indicador que ainda precisa-se percorrer na eliminação de doenças preveníveis por vacinação.



*Os artigos publicados no Site Saúde e Bem Estar são escritos por especialistas convidados pelo domínio notável na área de saúde. As publicações são de inteira responsabilidade dos autores, assim como todos os comentários feitos pelos leitores/internautas.

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