• Ana Carla Santiago

Dia do Beijo: é preciso estar atento aos cuidados contra a mononucleose




No Dia do Beijo, comemorado neste 13 de abril, é importante lembrar de alguns cuidados que devemos ter antes de beijar alguém. Um dos pontos negativos desse ato é a mononucleose, conhecida popularmente como “doença do beijo” por tê-lo como um meio de contágio. Ela é uma doença infectocontagiosa, causada pelo vírus epstein barr, e que tem como principal forma de transmissão as gotículas de saliva.


Existem outras maneiras mais raras de transmissão da mononucleose, como explica Maurício Cavalcante, clínico médico e pediatra da Hapvida: “A transmissão sexual e o contato pelo sangue, apesar de menos comuns, também são formas de contágio”, diz.


É importante estar atento aos sintomas: de acordo com o clínico geral, febre alta, cefaléia e fadiga são os principais deles. “Existem alguns sinais mais específicos, como o aumento do tamanho de linfonodos, do baço e das amígdalas, que traz como consequência uma forte dor de garganta ao indivíduo”, complementa o médico.


Segundo Cavalcante, o diagnóstico é feito a partir de uma avaliação dos sintomas do paciente e, em caso de confirmação, é realizado um exame laboratorial - o sorológico. Como a mononucleose é uma doença viral, o clínico explica que não existe um tratamento específico para ela. “Para tratá-la, é preciso utilizar medicações para febre, dor, náusea, hidratando o paciente e mantendo o repouso. Assim, é só aguardar a melhora e a evolução do caso”, pontua.


A melhor maneira de prevenir o problema é evitar ambientes superlotados e aglomerações, de acordo com Maurício Cavalcante, já que esses ambientes são mais propícios a envolver o contato de gotículas de saliva de outras pessoas com o paciente, o que aumenta as chances de contágio da mononucleose.


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