• Ana Carla Santiago

Dia da Saúde e da Nutrição traz reflexão sobre hábitos alimentares


Pesquisas do Ministério da Saúde revelam que a obesidade no Brasil aumentou 67,8% entre 2006 e 2018


O Dia da Saúde e Da Nutrição é celebrado no dia 31 de março com o objetivo de trazer a reflexão sobre os laços da alimentação com a nossa saúde. Na geração da instantaneidade e com pouco tempo de sobra, o hábito de consumir alimentos naturais e cozinhar a própria comida foi substituído pelas comidas processadas de microondas, prontas em poucos minutos. Apesar da praticidade, consumir esses tipos de refeições influencia bastante na saúde e na qualidade de vida.


Pesquisas do Ministério da Saúde revelam que a obesidade no Brasil aumentou 67,8% entre 2006 e 2018. Esse índice é consequência do aumento da ingestão de alimentos ultraprocessados, com alto teor de gordura e açúcar, pela população. Segundo o Vigitel (Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças crônicas por Inquérito Telefônico), em 2018, os dados apontaram que o crescimento da obesidade foi maior entre adultos de 25 a 34 anos e 35 a 44 anos. Além disso, mais da metade da população brasileira se encontra com excesso de peso: 55,7%.


Para garantir uma melhora na saúde, o primeiro passo é investir numa alimentação equilibrada e saudável. A nutricionista comportamental Sophia Andrade, que atua no Instituto Tiago Queiroz, explica que é preciso olhar para a alimentação de uma forma gentil e consciente, antes de tudo, e partir para uma mudança de hábitos. “A partir desse olhar, começamos a ter escolhas alimentares mais conscientes: comer mais alimentos naturais, se possível orgânicos, e menos processados, além de cozinhar mais, pôr a mão na massa para elaborar as nossas refeições”, pontua.


Estar conectado com os alimentos que comemos, de acordo com Sophia, faz com que o sono e a disposição melhorem, e os níveis de ansiedade sejam reduzidos, e o indivíduo adquire, consequentemente, saúde e qualidade de vida como um todo. E, além da qualidade, é preciso respeitar também a quantidade de alimento consumido. “Devemos comer de acordo com o que nosso corpo precisa, respeitando os sinais de fome e saciedade. Sem grandes restrições e exageros. Quando falamos de saúde, a OMS (Organização Mundial de Saúde) frisa no “comer melhor”, e não menos, além do cozinhar mais”, reforça a nutricionista.


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