• Ana Carla Santiago

Dia Nacional de Vacinação: PNI é referência internacional



Uma das medidas mais importantes e eficazes contra doenças é a vacinação. Diversas doenças comuns no Brasil e no mundo deixaram de ser problema de saúde pública por causa da vacinação em massa, já que a prevenção entrega maiores resultados do que tratamentos quando o assunto é enfermidades. Sarampo, rubéola, HPV e poliomielite são alguns exemplos mais populares que podem ser evitados se o cronograma de vacinas do indivíduo estiver em dia.


Mas o que é de fato a vacina? Aplicada por meio de seringas descartáveis, ela é um agente imunizador produzido a partir de organismos causadores de doenças, como vírus e bactérias, enfraquecidos ou mortos. Quando aplicada, a vacina incentiva o corpo a produzir anticorpos contra agentes infecciosos. Ela também influencia a produção de “células de memória”, que faz com que nossas defesas ajam com mais rapidez contra esses agentes caso eles se instalem no nosso organismo.


Não existem contra indicações graves em relação às vacinas. Algumas delas podem desencadear algumas reações transitórias a depender do organismo do paciente, como febre, dores de cabeça e no corpo, etc. Elas não causam danos graves, mas existem vacinas que devem ser evitadas por pessoas imunodeprimidas.


O Brasil é um dos países que, atualmente, oferece o maior número de vacinas à população. O Programa Nacional de Imunizações (PNI), criado pelo Ministério da Saúde, reforça a necessidade da vacinação como um dos cuidados prioritários na saúde dos brasileiros. Em 40 anos de existência, o programa se destacou por ser um dos melhores do mundo na questão da imunização, atuando na ampliação da prevenção e no combate ao controle e erradicação de enfermidades. O PNI oferece gratuitamente 42 tipos de imunobiológicos, incluindo 25 vacinas, utilizados para prevenir ou tratar doenças. Além disso, 96% das vacinas oferecidas no Sistema Único de Saúde (SUS) são produzidas pelo Brasil, fazendo com o que o país alcance uma posição privilegiada, em comparação a tantos outros, nas questões de saúde.


A técnica de enfermagem Verônica Cândida, que atua em um Posto de Saúde, vinculado à Prefeitura do Recife, reforça a importância da vacinação para a melhoria da saúde. “É uma lista de doenças as quais podem ser evitadas caso as vacinas estejam em dia. Hepatite B e C, difteria, tétano, coqueluche, meningite e pneumonia em crianças e idosos são algumas delas”, comenta.


Verônica explica que, para se vacinar, basta portar um documento de identificação e o cartão de vacina do SUS, caso possua, para facilitar o cadastramento de vacinas no sistema. “Caso não possua o cartão, este será concedido no momento do atendimento, com a apresentação de documento de identificação, CPF e comprovante de residência”, complementa a especialista.


Vale salientar que a vacinação é necessária não apenas na infância, como também na terceira idade, fase em que os indivíduos estão mais vulneráveis à gripe, pneumonia e tétano, por exemplo. Mulheres em idade fértil devem se vacinar contra rubéola e tétano, para, em caso de gravidez, evitar doenças graves ou até a morte dos recém-nascidos. Profissionais de saúde e pessoas que viajam muito também são grupos que devem estar atentos quanto à vacinação.


Campanha de Vacinação 2019


No próximo dia 19 de outubro está marcada para acontecer a Campanha Nacional de Vacinação, o Movimento Vacina Brasil, focada contra o sarampo. Crianças de 6 meses até 5 anos de idade que ainda não tenham tomado as duas doses da vacina devem comparecer aos postos de saúde mais próximos no próximo sábado.


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